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	<title>Sakabatō</title>
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	<description>The reversed blog!</description>
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		<title>To fork or not to fork&#8230;.</title>
		<link>http://blog.sergio-lopes.org/archives/113</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 21:10:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[E essa é a questão, quando é que a decisão de criar um fork de um projecto, em oposição à junção de esforços, beneficia os utilizadores? Quando é que um fork oferece alternativa e não destrói o projecto original?
Recentemente voltei a abordar o projecto ProjectPier para, além de colaborar com as traduções, juntar os meus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E essa é a questão, quando é que a decisão de criar um fork de um projecto, em oposição à junção de esforços, beneficia os utilizadores? Quando é que um fork oferece alternativa e não destrói o projecto original?</p>
<p>Recentemente voltei a abordar o projecto <a title="Site ProjectPier" href="http://www.projectpier.org/" target="_blank">ProjectPier</a> para, além de colaborar com as traduções, juntar os meus esforços aos esforços da equipa de programação do projecto para que o mesmo visse algum desenvolvimento. No entanto, após alguns dias de tentativas, as respostas dos programadores do equipa base são nulas.</p>
<p>Da mailing list não há resposta, no fórum de discussão do site, apenas um programador respondeu, e um que não tem força para sozinho aceitar ou rejeitar as minhas ideias e ajuda, o que se vê no sistema de gestão de bugs é uma lista com meses a anos de idade, onde estão publicados patches que já não podem ser usados por serem demasiado velhos, e pedidos de funcionalidades novas sem qualquer resposta. No repositório, o último commit tem 7 meses de idade!</p>
<p>Posto isto, e vendo o esforço de criar um gestor de tarefas, que seja útil e não apenas uma amálgama de funcionalidades que ninguém usa ou que são tão difíceis que nem valem o esforço, ser deitado por terra, coloca-se a questão, será que não seria melhor pegar no código, fazer um fork do projecto e iniciar um novo?</p>
<p>O projecto ProjectPier teve como base o antigo activeCollab, numa versão que permitia alguma liberdade, actualmente a licença adoptada é pelo activeCollab é uma licença proprietária, a do ProjectPier uma licença para software livre, a <a title="Licença AGPL" href="http://www.fsf.org/licensing/licenses/agpl-3.0.html" target="_blank">AGPL</a>, o que permitirá facilmente pegar no código e tentar manter o projecto, mas, será que é vantajoso para o projecto e para a comunidade?</p>
<p>É possível que deste texto surja um novo projecto, com nome português, que venha ajudar a comunidade, e daí talvez não <img src='http://blog.sergio-lopes.org/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Comunidades de programação</title>
		<link>http://blog.sergio-lopes.org/archives/106</link>
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		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 21:20:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre optei por deixar as minhas opiniões sobre as comunidades de programação onde participo guardadas para mim mesmo, nunca é fácil transmitir as nossas ideias por escrito, e a reacção mais comum de quem lê é sentir-se atacado, no entanto, neste momento encontro-me fora de qualquer actividade em comunidades de programação para que as minhas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre optei por deixar as minhas opiniões sobre as comunidades de programação onde participo guardadas para mim mesmo, nunca é fácil transmitir as nossas ideias por escrito, e a reacção mais comum de quem lê é sentir-se atacado, no entanto, neste momento encontro-me fora de qualquer actividade em comunidades de programação para que as minhas palavras possam ser consideradas mais que uma simples opinião. Talvez me tenha cansado, seja como for, este é apenas um texto pessoal sobre o que tenho visto e como tenho sentido as comunidades onde participei.</p>
<p>A minha participação mais notória tem sido na comunidade criada em torno do fórum Portugal-a-programar, no entanto o que escrevo não é específico dessa comunidade, é algo que tem sido notado em todas as que frequentei, se se pode usar o termo desta forma. A primeira de todas foi talvez a comunidade do Programmers Heaven, onde colaborei, apenas timidamente, respondendo às poucas perguntas que, na altura, tinha capacidade para responder. Seis anos depois encontrei o P@P, no qual me registei imediatamente e tentei ajudar um grupo de pessoas que estava a começar um pequeno sonho: ter uma comunidade de programadores em Português, feita por portugueses e para portugueses. Além destas duas, passei por JUGs, listas de discussão de Java, comunidades genéricas de programação, fóruns de desenvolvimento de jogos, enfim, uma miríade de comunidades, com mais ou menos elementos e que tentavam juntar pessoas com objectivos comuns.</p>
<p>Olhando para trás, ando nisto à mais de 10 anos, é muito tópico sobre os mesmos problemas, as  mesmas dúvidas, as mesmas tentativas de criar a casa pelo telhado, e ao fim de todo este tempo sinto-me afastar de tudo isto. Ainda participo ocasionalmente no P@P, respondendo a algumas perguntas quando me sinto para aí virado, ou acrescentando mais qualquer coisa à wiki da comunidade, principalmente nas secções de Java, mas dos JUGs apenas leio as participações do JUG PT, e pouco ou nada já participo, e dos outros fóruns afastei-me completamente.</p>
<p>Mas porque tenho razão para escrever desta forma? Afinal foi moderador do P@P durante bastante tempo, participei activamente nos seus projectos, enfim, foi um elemento da comunidade com vontade e tempo investido&#8230; talvez seja a minha natureza &#8220;do contra&#8221;, talvez porque opte sempre por procurar críticas e não louvores, de qualquer modo, sinto-me desiludido com estas comunidades, umas mais que outras naturalmente, mas desiludido do mesmo modo.</p>
<p>Vi projectos com características fantásticas, quer a nível técnico quer a nível lúdico, que foram deitados abaixo apenas porque eram diferentes, ou porque exigiam trabalho, e projectos sem o mínimo valor serem elevados quase a monumento da comunidade. Projectos iniciados com vários elementos irem abaixo porque esses elementos não tinham noção do trabalho envolvido e saltavam fora quando se lhes exigia mais que a palavra. Utilizadores com conhecimentos serem afastados, literalmente empurrados para fora da comunidade apenas por indicarem que um tópico estava errado, que uma participação não tinha valor técnico, que o seu autor na verdade, não sabia bem o que dizia.</p>
<p>E o que dizer de uma comunidade que se deixa reter dentro da sua bolha e pensar que é a melhor da área, a única com capacidade, enfim, que não dá um passo atrás para ver o que se encontra em seu redor? Será que estas comunidades se tornam tão grandes que perdem completamente a identidade? Ou é o sucesso que tão facilmente incendeia o entusiasmo e não deixa que os elementos que gerem a comunidade possam ver o estado em que esta se encontra?</p>
<p>Será que todas as comunidades sofrem do mesmo mal? Ou será que o factor a reter aqui é o facto de em todas elas o único elo comum sou eu? Talvez o problema não esteja nestas comunidades, talvez esteja em mim e na minha forma de participar nelas&#8230; talvez o que eu precise é de uma comunidade só para mim <img src='http://blog.sergio-lopes.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>E o que seria uma boa comunidade senão uma que cumprisse os requisitos de:</p>
<ul>
<li>Tivesse por base um grupo restrito de &#8220;gestores&#8221;</li>
<li>Criasse os seus projectos com o único objectivo de qualidade e afastando-se sempre da quantidade ou da moda</li>
<li>Respeitasse todos os utilizadores novos fosse firme com as participações</li>
<li>Existisse apenas com base no espírito de servir e melhor</li>
</ul>
<p>Enfim, este foi apenas um texto terapêutico, para mim e não para o eventual leitor, e que não expressa mais que o estado de espírito de alguém que já não se consegue rever nas comunidades que frequenta/frequentou&#8230; talvez seja tempo de criar a minha.</p>
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		<title>Workshop sobre Microcontroladores PIC</title>
		<link>http://blog.sergio-lopes.org/archives/83</link>
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		<pubDate>Sun, 14 Dec 2008 02:10:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje estive presente num workshop sobre os micro-controladores PIC. Até hoje sabia absolutamente nada sobre estes dispositivos, claro que já tinha trabalhado com PALs, mas não é a mesma coisa, e o meu uso de PALs foi bastante limitado.
O workshop esteve dividido em duas componentes: uma primeira parte teórica, onde ficamos a conhecer o controlador; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje estive presente num <a href="http://www.senaeng.com/files/panfleto_Workshop_PIC_ARAL___Dez08.pdf" target="_blank">workshop</a> sobre os micro-controladores PIC. Até hoje sabia absolutamente nada sobre estes dispositivos, claro que já tinha trabalhado com <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Programmable_Array_Logic" target="_blank">PALs</a>, mas não é a mesma coisa, e o meu uso de PALs foi bastante limitado.</p>
<p>O workshop esteve dividido em duas componentes: uma primeira parte teórica, onde ficamos a conhecer o controlador; e uma segunda componente prática onde abordamos alguns dos pormenores da programação do dispositivo. Sendo usada uma variante de Assembly não foi dificil perceber como programar, aliás essa é a parte mais simples <img src='http://blog.sergio-lopes.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Todos os participantes receberam um CD com o conteúdo do workshop. Nele estão presentes a aparesentação, dois manuais e todos os exemplos que são usados. Para quem quiser ter acesso a esse conteúdo, o autor e orador permitiu a distribuição, podem assim obter os ficheiros na<a href="http://wiki.sergio-lopes.org/index.php?n=Main.Downloads" target="_blank"> secção de downloads</a> da minha wiki.<span id="more-83"></span>Quanto ao workshop, achei bastante interessante, e incentivador. Há algum tempo que estava para me iniciar no mundo da electrónica, e parece que é desta, se ao menos tivesse feito as cadeiras do curso relacionadas com electrónico sabendo mais <img src='http://blog.sergio-lopes.org/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> .</p>
<p>Os conceitos foram introduzidos de forma simples e clara, apesar de alguns pontos mais aborrecidos, pelo menos para mim que já os conhecia, não existiu muita da matéria teórica que nos deixava a dormir nas aulas de Física Aplicada, e o orador era suficientemente cativante para que não adormecesse-mos enquanto falava.  A componete prática foi algo fraca, infelizmente não houve tempo para mais, mas deu para perceber como são os básicos da programação com este tipo de dispositivos.</p>
<p>Se resolveram ficar no quentinho de casa em vez de irem até ao workshop, desde já vos digo que ficaram a perder e que, a pouco chuvinha a que estariam sujeitos, era mais que compensada pelo evento.</p>
<p>A minha próxima aquisição será um conjunto que me permita aplicar os meus conhecimentos, nomeadamente programador para PIC e PICs para queimar com fartura.</p>
<p>Não posso terminar sem agradecer a o orador, António Sérgio Sena, que tão prontamente permitiu a distribuição do material que criou e que nos proporcionou um dia de Sábado interessante e enriquecedor.</p>
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		<title>Quando as más decisões nos vêm morder os calos!</title>
		<link>http://blog.sergio-lopes.org/archives/54</link>
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		<pubDate>Sat, 13 Dec 2008 23:59:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Para os que não sabem, iniciei recentemente um estágio profissional, remunerado  , que me colocou em contacto com um projecto desenvolvido em no Joomla!. O projecto pretende gerir as formações, dadas por empresas de formação certificadas, e começou por ser algo pequeno e virado para os usos pessoais da empresa para a qual trabalho.Portanto, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para os que não sabem, iniciei recentemente um estágio profissional, remunerado <img src='http://blog.sergio-lopes.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> , que me colocou em contacto com um projecto desenvolvido em no Joomla!. O projecto pretende gerir as formações, dadas por empresas de formação certificadas, e começou por ser algo pequeno e virado para os usos pessoais da empresa para a qual trabalho.Portanto, dado que foi até o projecto de apenas uma pessoa, e que tinha um objectivo muito limitado e subvalorizado, existem várias opções que foram tomadas inicialmente e que neste momento me estão, sim a mim que estou a trabalhar naquilo, a trazer mais problemas que soluções.<span id="more-54"></span></p>
<p>Depois de cerca de duas semanas de trabalho é notório como optimizações de BD nos causam agora demasiados problemas, especialmente porque o processo de Bolonha não mexeu apenas com as universidades mas com todo o tipo de ensino, onde as formações se incluem, e muito do sistema não estava preparado para mudança. Se a isso acrescentarmos código sem documentação, feito por várias pessoas que até há bem pouco tempo não tinham qualquer sistema de controlo de versões, podem imaginar o caos no qual, as cerca de 5 centenas de ficheiros de código e as 200 tabelas, se encontram.</p>
<p>Neste momento luto por concluir algumas funcionalidades base que são necessárias mas a minha maior dificuldade não é o código, ou a linguagem, ou até o que está por trás, neste caso o Joomla!, mas sim as decisões de se criar a tabela desnormalizada, de se criarem funções aqui e ali sem comentários, de se misturar regras de codificação, de se decidir que seria melhor poupar alguns milisegundos que criar duas tabelas e fazer uma query mais pesada.</p>
<p>Convenhamos, o utilizador não vai pensar nesses milisegundos que o sistema lhe toma, e para as actulizações que o sistema necessita, como todos os sistemas, seriam mais fáceis se se tivessem seguido as regras que foram ensinadas na universidade!</p>
<p>Assim, deixo uma recomendação a todos os que ainda pensam que a teoria nada tem a ver com a prática, que as optimizações e &#8220;maravilhas&#8221; de código que escrevem e que poupam 3 milisegundos ao carregamento da página e que quebram todas as regras de boas práticas porque agora não estão a ser avaliados por um daqueles professores que só implicam: essas regras existem porque são importantes, usem e abusem delas, porque um dia aquilo que escolhem fazer voltará para vos assombrar!</p>
<p>P.S.: Para os que pensam já em comentar que optimizações são boas, desnormalização existe e é importante, deixem que esclareça que uso de tudo isso, mas q.b. e quando tenho provas que se justifica, e isso só se obtém com a aplicação pronta a funcionar e em avaliação onde se aplicam boas práticas de profilling! Qualquer outra &#8220;melhoria&#8221; tirada da cabeça é meio caminho andado para o desastre, claro podem não ser voçês a ter de resolver o problema e nesse caso, por quem sois, fazei como melhor entenderdes.</p>
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		<title>Presença no Sapo CodeBits</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Dec 2008 23:34:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[




Já há algum tempo que devia ter escrito sobre o CodeBits deste ano, mas como sempre, o blog é actualizado com menos frequência do que desejaria. Como penso cada vez que venho escrever, &#8220;pode ser que seja desta que escrevo textos com maior regularidade&#8221;, naturalmente, duvido que assim seja, mas é sempre um bom pensamento.
Mas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp mceIEcenter">
<dl class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://codebits.sapo.pt"><img title="Sapo CodeBits Logo" src="http://codebits.sapo.pt/logos/ht300x75.png" alt="Sapo CodeBits Logo" width="300" height="75" /></a></dt>
</dl>
</div>
<p>Já há algum tempo que devia ter escrito sobre o CodeBits deste ano, mas como sempre, o blog é actualizado com menos frequência do que desejaria. Como penso cada vez que venho escrever, &#8220;pode ser que seja desta que escrevo textos com maior regularidade&#8221;, naturalmente, duvido que assim seja, mas é sempre um bom pensamento.</p>
<p>Mas, indo ao assunto que me leva a escrever este texto, a minha participação no Sapo CodeBits.</p>
<p>No geral achei o evento bastante interessante, dado que me inscrevi apenas pela possibilidade de participar, conhecer pessoas e rever alguns colegas que lá iam estar, dei como bem empregue o tempo que passei no evento, os 3 dias que estive em Lisboa, e gostei do evento.<span id="more-73"></span></p>
<p>Para começar, cumpri o pedido e estava às portas da LX Factory às 9:20, o que se revelou uma asneira. Além de me ter levantado cedissimo para apanhar o expresso para Lisboa, o raio do evento atrasou-se umas horas e fiquei especado, com um portátil de alguns kilogramas, às costas, mais uma mochila com o saco cama e umas quantas coisas para conseguir sobreviver durante os 3 dias.</p>
<p>Depois de umas horas de espera lá entramos, nem sei porquê tanta segurança e exigencias inicias, que no dia do evento não se reflectiram, nunca me pediram qualquer identificação, recebi o starter kit sem ter dado mais que o nome, podia ter recebido quantos quisesse uma vez que a lista de nomes estava à minha frente, entrei antes da maioria do pessoal porque um colega que tinha permissões para entrar me convidou para o acompanhar, nenhum dos 3 seguranças que se encontrava à entrada fez qualquer menção de perguntar quem eu era ou porque podia entrar, sem identificação alguma, dentro do recinto quando todos os outros participantes ainda gramavam com o frio de fim de manhã. Resumindo, segurança nem vê-la.</p>
<p>Dentro do recinto, já sentadinho, deu para perceber que as mesas não aguentavam muitos movimentos, e que as apresentações iam ser uma verdadeira confusão. O espaço era algo apertado, com mesas muito próximas umas das outras, e não tinham feito nada mal em ter arranjado mais duas ou três mesas. Afinal as inscrições não servem para se saber quantas pessoas vão ao evento? E não é possivel saber quantas pessoas cabem, confortavelmente bem numa das mesas usadas?</p>
<p>O primeiro dia passou sem grandes problemas e optei por ir dormir a uma pensão no bairro alto, bem confortável por sinal, sem grandes luxos mas que me proporcionou uma verdadeira noite de descanso e a um preço bem convidativo. Se precisarem de um local para ficar, a <a title="Pensão Luar" href="http://www.cb2web.com/pensaoluar/" target="_blank">Pensão Luar</a> tem o meu voto, não é um hotel 5 estrelas, mas é uma pensão onde tudo correu bem, o mesmo não posso dizer de um ou outro hotel com estrelinhas onde estive <img src='http://blog.sergio-lopes.org/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Os restantes dias, passados em frente ao PC, forma também agradáveis, embora não tivesse programado muito, e não tivesse apresentado qualquer projecto, deu para ver como era o espírito do evento, que nalguns casos me pareceu muito virado para as promessas de prémios que para a vontade de programar e conviver. Tenho de mencionar a animada conversa que travei com alguns dos membros do P@P, embora, infelizmente, não me lembre do nomes dos intervenietes, especialmente do jovem com quem discuti alguns pormenores de C/C++.</p>
<p>Como duas notas negativas, e o que mencionei acima considero apenas percalços de organização e nada de importante, por isso estes foram os dois pontos onde vi algo de errado no evento, tenho de mencionar algumas apresentações que tiverem mais tempo de &#8220;antena&#8221; que o previsto, atrasando as restantes e em alguns casos diminuindo consideravelmente o tempo disponível, sendo que o tempo extra gasto, foi dado sem qualquer justificação, quer da importância/relevância do conteúdo, quer por outra razão qualquer. Parece que uns são filhos e outro enteados. A segunda nota negativa vai para a forma como um ou outro elemento do júri que se dirigiam aos participantes de forma arrogante e prepotente, tecendo comentários sobre os projectos sem que sequer se dignassem a pensar no que tinham pela frente, em um caso um dito elemento considerou o projecto como não sendo digno do evento e questionou severamente a motivação para a presença do projecto, dando a entender que o Sapo CodeBits é um evento de tal gabarito e estatuto que um projecto bem estruturado, com pés, cabeça e com uma boa ideia, além de ser um projecto com continuação e que existia antes do evento e que existirá depois deste ter terminado, não tem a qualidade necessária para estar presente no roll de projectos do Sapo CodeBits.</p>
<p>Quanto a isto deixo apenas um comentário, se o evento é o que é, com o que tem de bom e de mau, isso deve-se aos participantes e não à organização, sem nós, o evento não existia!</p>
<p>Vou esperar pela próxima edição, na qual pretendo estar presente, mesmo que não exista projecto para ela, e na qual espero ver mais e melhor do que os programadores portugueses conseguem fazer.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Hiatus&#8230;</title>
		<link>http://blog.sergio-lopes.org/archives/29</link>
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		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 23:49:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Para os que, por alguma razão, mantêm um registo dos meus projectos, serve este texto para dar ideia do que tenho andado a fazer, talvez sirva mais para me tentar convencer que, afinal, até tenho feito qualquer coisa com o tempo livre  
Lista de projectos pendentes/em trabalho:

ContraptionsForge &#8211; Criação de sistema Web.
JFindMyFiles &#8211; Desde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para os que, por alguma razão, mantêm um registo dos meus projectos, serve este texto para dar ideia do que tenho andado a fazer, talvez sirva mais para me tentar convencer que, afinal, até tenho feito qualquer coisa com o tempo livre <img src='http://blog.sergio-lopes.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Lista de projectos pendentes/em trabalho:</p>
<ul>
<li>ContraptionsForge &#8211; Criação de sistema Web.</li>
<li>JFindMyFiles &#8211; Desde que entreguei o projecto para a cadeira de Projecto Informático, que entrei em férias com o desenvolvimento desta aplicação. Pretendo retomar brevemente o seu desenvolvimento mas para já estou a recarregar baterias de um projecto que me causou algum cansaço.</li>
<li>KCookB &#8211; Retomei este projecto para ver se consigo completar uma versão 1.0 antes do final do ano. Neste momento está bem avançado, com o modelo completo e com a interface gráfica a avançar depressa.</li>
<li>K Movie Cataloger &#8211; Bem, este projecto funciona como o pisca-pisca: está ligado, está desligado, está ligado&#8230;. Será um dos que pretendo ver terminados, com uma boa e sólida versão 1.0 mas que está no quase fundo da lista de prioridades.</li>
<li>A Collection of Small Things -  Este será o primeiro projecto publicado sob a ombreira do ContraptionsForge mas está a ficar para trás devido a outros projectos e outras questões.</li>
<li>Projecto para o programa code sniper da Funambol, este o KCookB são os projectos que me têm ocupados os últimos dias e deverão ser os que me ocuparão tempo até ao final do ano. Se bem que espero ter este pronto antes disso.</li>
</ul>
<p>Bem, afinal até tenho muito entre mãos, se a isto acrescentar mais algumas coisas que não posso publicar. Vamos ver se consigo cumprir os objectivos e ter as aplicações completas, principalmente a da Funambol porque quero ver se recebo alguma coisa por isso <img src='http://blog.sergio-lopes.org/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A infâmia de ser Português</title>
		<link>http://blog.sergio-lopes.org/archives/31</link>
		<comments>http://blog.sergio-lopes.org/archives/31#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 23:48:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.sergio-lopes.org/?p=31</guid>
		<description><![CDATA[Esta é uma sensação que tem vindo a crescer cada vez mais, será que os programadores portugueses têm algum orgulho em serem portugueses? Em falarem e defenderem a língua portuguesa? Ou a maioria de nós esconde-se no facto de que é mais simples utilizar os termos, supostamente técnicos, em inglês?

Recentemente li mais uma resposta de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta é uma sensação que tem vindo a crescer cada vez mais, será que os programadores portugueses têm algum orgulho em serem portugueses? Em falarem e defenderem a língua portuguesa? Ou a maioria de nós esconde-se no facto de que é mais simples utilizar os termos, supostamente técnicos, em inglês?</p>
<p><span id="more-31"></span></p>
<p>Recentemente li mais uma resposta de um utilizador do <a title="P@P" href="http://www.portugal-a-programar.org" target="_blank">P@P</a> que me fez voltar para o mesmo pensamento. Dizia esse utilizador que ou se sabia Inglês ou não seria possível evoluir os conhecimentos na área de programação, que sem Inglês estaremos condenados à estagnação e a não evoluirmos enquanto programadores.</p>
<p>A minha primeira reacção foi concordar com esta ideia, afinal desde que me iniciei na utilização de computadores que o Inglês tem sido uma ajuda fundamental, o DOS não estava traduzido, o primeiro Linux que usei veio em Inglês os jogos só recentemente nos oferecem conteúdo traduzido, e mesmo esses são diminutos, e no meio da programação não há dúvida que a quantidade de livros e tutoriais em Inglês é tal que elimina qualquer tipo de concorrência que os livros da FCA podiam fazer. Se bem que sendo livros da FCA estariam condenados à mediocridade desde o início, mas esse é assunto para outra altura&#8230;</p>
<p>No entanto existe sempre um &#8220;mas&#8221;, afinal não estavamos nós numa comunidade PORTUGUESA de programadores? Não falamos todos nós PORTUGUÊS? Não fazemos textos, esclarecemos dúvidas, apresentamos tutorias, estudamos livros e apontamentos em Português? Eu pelo menos sei que sim.</p>
<p>Então porque continuamos a achar que é necessário dominar o Inglês para se poder aprender a programar? Aliás, peguando numa conversa que tive com um programador do projecto FreeCol, todo este uso de &#8220;Inglês Técnico&#8221;, que tem pouco de técnico e por vezes até de Inglês, tem feito com que as minhas faculdades na língua tenham vindo a diminuir.</p>
<p>Pessoalmente, acho que todos nós, portugueses, sofremos de um síndroma de desdém das capacidades que temos, pessoalmente acho que temos conhecimentos e capacidades para ser mais e melhor, pessoalmente acho que todos os que não são portugueses reconhecem a qualidade do que fazemos, nós é que continuamos a fazer e a considerar que não é suficiente que &#8220;lá fora&#8221; se faz melhor.</p>
<p>Como programador português acho que apenas com a nossa língua é possível aprender, crescer e evoluir na área da programação! Se assim não fosse, que sentido faria a minha participação no Portugal-a-programar?!</p>
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		<title>Uma gota a mais num copo já cheio.</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 23:48:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Lopes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sempre me considerei uma pessoa ponderada, às vezes demasiado complacente é verdade, mas sempre achei que não há motivo algum para perdermos as estribeiras ou para nos deixarmos afectar com o que os outros fazem, dizem ou pela opinião que têm de nós. Mas recentemente, com ou sem razão, perdi completamente a cabeça com um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre me considerei uma pessoa ponderada, às vezes demasiado complacente é verdade, mas sempre achei que não há motivo algum para perdermos as estribeiras ou para nos deixarmos afectar com o que os outros fazem, dizem ou pela opinião que têm de nós. Mas recentemente, com ou sem razão, perdi completamente a cabeça com um utilizador neste vasto meio que é a Internet.<span id="more-57"></span></p>
<p>Acho que sempre respeitei as pessoas com quem me cruzo na net, acho que faço o possível para ser cordeal, responsável e justo para com os utilizadores que se cruzam comigo. Mas esta pessoa em particular tem sido alguém difícil de lidar, alguém conflituoso, que cria alguns desconfortos nos que o rodeiam e que tem respondido, senão a todos, a grande parte dos contactos que tivemos, com um tom que sempre me pareceu agressivo, prepotente e sem ponta de respeito por quem com ele comunica.</p>
<p>Agora que penso no assunto com mais calma, sinto que foi precipitação perder a cabeça, afinal, olhando para várias das mensagens e textos desse utilizador, vejo que sempre fui conseguindo tolerar a forma como ele se exprimia mas talvez tenha sido esse o problema: tanto tive de aguentar que algum dia tinha de ceder, mesmo que tivesse sido, como agora vejo, por tão pouco.</p>
<p>Enfim, fiquei chateado mas que há a fazer? Não deixa de ser curioso ter sido a primeira vez que, em 11 anos de utilização de Internet, me deparo com uma situação destas.</p>
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		<title>Mudar de Alojamento&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2008 00:50:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje procedi à tarefa de mudar de alojamento.
Todos os sistemas pessoais passaram para o meu servidor, que tenho alugado desde Março, mais coisa menos coisa, e que ia pagando em paralelo com a conta de alojamento na Trignosfera.

Não tenho queixas da Trignosfera, pelo menos nada de especial, ou nada que me faça mudar de alojamento, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje procedi à tarefa de mudar de alojamento.</p>
<p>Todos os sistemas pessoais passaram para o meu servidor, que tenho alugado desde Março, mais coisa menos coisa, e que ia pagando em paralelo com a conta de alojamento na <a title="Trignosfera.pt" href="http://www.trignosfera.pt" target="_blank">Trignosfera</a>.</p>
<p><span id="more-33"></span></p>
<p>Não tenho queixas da Trignosfera, pelo menos nada de especial, ou nada que me faça mudar de alojamento, mas os objectivos da empresa não vão de encontro aos meus objectivos enquanto cliente. Sou programador, preciso de ferramentas que auxiliem a minha tarefa, preciso de sistemas que me dêm liberdade, preciso de mais inovação e mais actualização para que o software esteja a par com as últimas versões, as últimas modas.</p>
<p>Como é natural, uma empresa de alojamento com o tipo de clientes da Trignosfera simplesmente não pode fornecer o que preciso. Dado que já tinha um servidor alugado, uma máquina virtual, para ser mais correcto, onde estava a alojar servidor de controlo de versões, sistemas PHP de gestão de projectos, enfim, onde colocava tudo o que não podia colocar na Trignosfera, resolvi mudar tudo para um só servidor e deixar de pagar o alojamento actual.</p>
<p>As recentes actualizações de preços, embora não tivessem sido decisivas, deram um empurrãozinho para que escolhesse deixar o serviço, não posso negar que pagar os 40€ do plano que estava a subscrever ia ser incomodativo para os meus bolsos.</p>
<p>Portanto, durante os próximos dias irei estar a verificar o estado das plataformas, seja o blog, o site de apresentação, enfim, tudo o que tenho instalado no servidor, de forma a garantir que tudo corre bem.</p>
<p>Da minha parte, a Trignosfera continua a ser uma boa escolha e uma boa empresa para se apostar, eu é que deixei de pertencer ao seu público alvo, foi uma boa parceria enquanto durou.</p>
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		<title>Bom dia Sr. Engenheiro!</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2008 00:39:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Aqui vai um texto que devia ter sido apresentado há dois meses atrás, afinal, é desde essa altura que sou oficialmente Licenciado do curso de Engenharia Informática pela Escola Superior e Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico de Leiria! Grande título  
E o que é que mudou?! Hum&#8230; além de não ter de me [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aqui vai um texto que devia ter sido apresentado há dois meses atrás, afinal, é desde essa altura que sou oficialmente Licenciado do curso de Engenharia Informática pela Escola Superior e Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico de Leiria! Grande título <img src='http://blog.sergio-lopes.org/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>E o que é que mudou?! Hum&#8230; além de não ter de me levantar cedo para ir para as aulas, ou de passar horas a fio a programar qualquer coisa? Não mudou muito, aliás, continuo a levantar-me cedo, agora mais que antes, e a passar horas a fio a programar qualquer coisa, tal como antes. Resumindo, ser licenciado e não ter um emprego para onde ir no dia seguinte faz com que a rotina seja exactamente a mesma, pontilhada apenas por algumas cores de mudança, como o facto de que agora faço a barba em intervalos decentes e passei a usar sapatos, as transformações normais de quem passa de estudante a desempregado.</p>
<p>Bem, este foi apenas um texto a registar o facto de que terminei o curso, ao fim de 7 anos acho que era merecida a menção!</p>
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