<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Sakabatō</title>
	<atom:link href="http://blog.sergio-lopes.org/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://blog.sergio-lopes.org</link>
	<description>The reversed blog!</description>
	<lastBuildDate>Tue, 01 Jun 2010 15:32:40 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Foi preciso muita paciência&#8230; ou um script eficiente.</title>
		<link>http://blog.sergio-lopes.org/archives/144</link>
		<comments>http://blog.sergio-lopes.org/archives/144#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Jun 2010 15:32:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curioso]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.sergio-lopes.org/?p=144</guid>
		<description><![CDATA[Não que o conteúdo mereça um texto mas fico sempre admirado com a paciência que certas pessoas conseguem juntar, ou com o tempo que um indivíduo consegue gastar em algo em que, por mais que me esforce, não consigo encontrar objectivo, utilidade ou necessidade.
Experimentem aceder ao URL seguinte e seleccionar o texto. Deixo o aviso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não que o conteúdo mereça um texto mas fico sempre admirado com a paciência que certas pessoas conseguem juntar, ou com o tempo que um indivíduo consegue gastar em algo em que, por mais que me esforce, não consigo encontrar objectivo, utilidade ou necessidade.</p>
<p>Experimentem aceder ao URL seguinte e seleccionar o texto. Deixo o aviso que alguns browsers poderão achar as 1500 linhas de HMTL e especialmente a linha com 439739 colunas algo difícil de mastigar.</p>
<p>Link: <a href="http://fichtre.net/yop.html" target="_blank">http://fichtre.net/yop.html</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.sergio-lopes.org/archives/144/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O fim do NavPT&#8230;</title>
		<link>http://blog.sergio-lopes.org/archives/141</link>
		<comments>http://blog.sergio-lopes.org/archives/141#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 29 May 2010 16:47:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.sergio-lopes.org/?p=141</guid>
		<description><![CDATA[Para os amantes da aeronáutica, civil ou militar, o passado dia 25 de Maio veio trazer uma triste notícia que certamente afectará aqueles que assiduamente acediam ao site e usavam a aplicação de iPhone:  o fecho do NavPT, um site dedicado à recola e publicação dos dados públicos e que estão ao alcance de qualquer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para os amantes da aeronáutica, civil ou militar, o passado dia 25 de Maio veio trazer uma triste notícia que certamente afectará aqueles que assiduamente acediam ao site e usavam a aplicação de iPhone:  o fecho do <a href="http://www.navpt.com">NavPT</a>, um site dedicado à recola e publicação dos dados <span style="text-decoration: underline;">públicos</span> e que estão ao alcance de qualquer pessoa capaz de ler meia dúzia de passos e montar um receptor rádio.<span id="more-141"></span></p>
<p>Este site, construído por amadores, fazia a recolha de informações que os aviões e barcos transmitem, informações públicas acessíveis a todos os que queiram, e mostrava essas informações sobre um mapa do país. Todo o equipamento de recepção era criado com componentes vendidos em qualquer loja de electrónica e só as informações que são disponibilizadas livremente pelos aparelhos se encontravam acessíveis aos utilizadores.</p>
<p>De entre as informações que se podiam consultar estavam a posição do aparelho, com alguma latência, as comunicações entre os aparelhos e as várias torres de controlo, e as informações de identificação dos aparelhos, que podiam incluir partida e destino, nome de código, piloto ou titular e companhia aérea.</p>
<p>Os motivos do fecho não foram explicados por completo aos utilizadores, mas pelo comunicado presente no site, envolveu um pedido de fecho por algum idiota que acha que qualquer uma destas informações pode servir para alguma Al-Qaeda atentar contra os aparelhos visados nos dados. Como que uma Al-Qaeda que se prese tenha necessidade de aceder a um site com informação pública para abater seja o que for. Ou talvez o dito idiota ache que o site era patrocinado por algum terrorista que prefere gastar dinheiro para manter um site com o tráfego que o NavPT tinha em vez de se instalar numa casa à beira mar e recolher ele todas as ditas informações de forma anónima.</p>
<p>Seja quem for o idiota, deixo aqui o meu desacordo com este tipo de medidas e de censura. Não sou amante de aeronáutica, não visitava o site com frequência, apenas o fazia quando algum conhecido ia de viajem já que é mais fiável que as indicações de partidas/chegas da TAP. Mas não sendo um adepto da área, sou de qualquer modo, um defensor da liberdade e da justiça e mais que tudo, da inovação e evolução da tecnologia em Portugal, de que tanto precisamos e de que, com idiotas assim, não devemos manter durante muito tempo.</p>
<p>E para aqueles que acham que as ditas informações são muito úteis a qualquer terrorista, devo relembrar que são informações públicas, e que é mais fácil abater o avião se estiver no solo a olhar para ele ( e a TAP dá-me toda a mesma informação se eu pedir com jeitinho), do que estando a olhar para um browser com um lag suficiente para que um avião na pista pareça estar ainda a sobrevoar a entrada do Tejo.</p>
<p>De qualquer modo, aproveito e deixo as alternativas que os &#8220;nuestros hermanos&#8221;, os irredutíveis gauleses, e tantos outros mantêm em funcionamento, muitos com apoio das autoridades. Não sou adepto de cobiçar o que se faz lá fora, mas estes são exemplos do quão retrógrados conseguimos ser. Porque é que não começamos a exportar os idiotas?!</p>
<ul>
<li>Site espanhol: <a href="http://www.localizatodo.com/mapa/">http://www.localizatodo.com/mapa</a></li>
<li>Site francês: <a href="http://www.radarvirtuel.com/">http://www.radarvirtuel.com/</a></li>
<li>Outros: <a href="http://www.flightradar24.com/">http://www.flightradar24.com/</a> e <a href="http://casper.frontier.nl/">http://casper.frontier.nl/</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.sergio-lopes.org/archives/141/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Vaidade&#8230;</title>
		<link>http://blog.sergio-lopes.org/archives/139</link>
		<comments>http://blog.sergio-lopes.org/archives/139#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 May 2010 14:03:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.sergio-lopes.org/?p=139</guid>
		<description><![CDATA[Supostamente um pecado, bem, acho que escapa se for provocada por notícias que alegam a qualidade dos alunos formados no grande curso de Engª Informática da ESTG Leiria  
OK, este texto nada tem a ver com tecnologia, linguagens de programação ou que mais, mas achei a notícia de hoje do Jornal de Leiria, com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Supostamente um pecado, bem, acho que escapa se for provocada por notícias que alegam a qualidade dos alunos formados no grande curso de Engª Informática da ESTG Leiria <img src='http://blog.sergio-lopes.org/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>OK, este texto nada tem a ver com tecnologia, linguagens de programação ou que mais, mas achei a notícia de hoje do Jornal de Leiria, com o título <a href="http://www.jornaldeleiria.pt/portal/index.php?id=4788" target="_blank">&#8220;Alunos de Engenharia Informática disputados por empresas de topo&#8221;</a> merecedora de destaque não fosse eu, afinal, um aluno de Engª Informática do mencionado curso.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.sergio-lopes.org/archives/139/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Slick2D &#8211; Primeiros desenvolvimentos</title>
		<link>http://blog.sergio-lopes.org/archives/128</link>
		<comments>http://blog.sergio-lopes.org/archives/128#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 04 May 2010 04:25:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Java]]></category>
		<category><![CDATA[Programação de Jogos]]></category>
		<category><![CDATA[Slick2D]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.sergio-lopes.org/?p=128</guid>
		<description><![CDATA[Bem, talvez não sejam os primeiros desenvolvimentos mas serão certamente os primeiros a serem divulgados e a verem luz além da retro-iluminação do ecrã do portátil&#8230;
Com o desenvolvimento do tutorial de Java na wiki do P@P, em que me tenho visto envolvido, e porque pretendia apresentar um pequeno exemplo do uso de Java e de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, talvez não sejam os primeiros desenvolvimentos mas serão certamente os primeiros a serem divulgados e a verem luz além da retro-iluminação do ecrã do portátil&#8230;</p>
<p>Com o desenvolvimento do <a title="Tutorial de Java na Wiki P@P" href="http://wiki.portugal-a-programar.org/java:tutorial:00_home" target="_blank">tutorial de Java na wiki do P@P</a>, em que me tenho visto envolvido, e porque pretendia apresentar um pequeno exemplo do uso de Java e de POO, resolvi pegar na <a title="Site oficial da biblioteca Slick2D" href="http://slick.cokeandcode.com/" target="_blank">Slick2D</a> e implementar um pequeno clone do Xenon. O jogo não é nada de novo, é mais um shoot&#8217;em up em que o jogador controla uma pequena nave e tentar eliminar todos os inimigos que surgem na área. Possui os elementos clássicos com pontuação, energia, vidas, bónus para aumentar as capacidades da nave e alguns inimigos feios.</p>
<p><span id="more-128"></span>O motor revelou-se bastante simples de usar e numa tarde folgada deu para implementar quase todo um jogo, mesmo estando a aprender a mexer com a API disponibilizada. A instalação da biblioteca é trivial: colocar o Jar na classpath, tipicamente utilizando o IDE e adicionando o ficheiro ao projecto, a única coisa diferente, devido ao facto da biblioteca usar OpenGL, é que precisamos de uns pequenos ficheiros específicos para a nossa plataforma, de qualquer modo, tudo incluído no ficheiro disponível no site oficial da Slick2D.</p>
<p>Quanto ao desenvolvimento do jogo, e porque o objectivo é o tutorial de Java, o POO foi levado um pouco ao extremo, ou pelo menos algumas coisas que poderiam ser mais amigas do processador foram descartadas em favor da correcção da modelação. Portanto, objectos para iterar e para controlar é o que não falta.</p>
<p>Comecei por criar  uma estrutura que me permitisse separar os elementos visuais e fazer com que existissem no jogo <em>Entidades</em> que podem ou não ter representação visual, essa representação é fornecida por uma hierarquia de <em>Sprites</em> que podem ou não conter um dos vários tipos de <em>Movimento</em> existentes e que fossem actualizadas ao longo do decorrer do jogo.</p>
<p>São essas <em>Sprites</em> que oferecem a possibilidade de detecção de colisões, através de um mecanismo ligeiramente alterado e baseado no tutorial de <a title="Tutorial de Detecção de Colisões Entre Sprites da Wiki P@P" href="http://wiki.portugal-a-programar.org/java:deteccao_de_colisoes_entre_sprites" target="_blank">Detecção de Colisões Entre Sprites</a> que existe na wiki do P@P. Neste caso em vez dos rectângulos reduzidos que o tutorial usa, fiz uso de outras formas como círculos quando os elementos eram redondos ou de losangos quando, apesar de quadrados, tinham uma forma mais complexa.</p>
<p>A deslocação do mapa é criada com base em <em>graphics context translation</em>, processo em que movo a área de desenho para criar o efeito de movimento do mapa sem afectar o posicionamento de outros elementos.</p>
<p>Até ao momento a experiência tem sido positiva, o pouco que trabalhei no projecto permitiu conhecer melhor a biblioteca e ver que, um jogo 2D pode ser desenvolvido num par de horas usando um motor como a biblioteca Slick2D. Espero que este projecto dê ainda origem a um ou outro tutorial sobre esta biblioteca e que me permita avançar com este pequeno passa-tempo que é desenvolver jogos. Brevemente espero ter mais notícias sobre este tema, até lá podem ficar com duas imagens do estado actual, uma onde são visíveis alguns elementos de <em>debug</em> e outra sem os ditos elementos.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blog.sergio-lopes.org/wp-content/uploads/2010/05/xenon-debug.png" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-130" title="Screenshot com elementos de debug" src="http://blog.sergio-lopes.org/wp-content/uploads/2010/05/xenon-debug-small.png" alt="Screenshot com elementos de debug" width="400" height="331" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Descrição: Screenshot onde se podem ver as formas que representamos elementos de detecção de colisões</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blog.sergio-lopes.org/wp-content/uploads/2010/05/xenon-nodebug.png" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-132" title="Screenshot sem elementos de debug" src="http://blog.sergio-lopes.org/wp-content/uploads/2010/05/xenon-nodebug-small.png" alt="Screenshot sem elementos de debug" width="400" height="331" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Descrição: Screenshot do jogo com é suposto ser visto pelo jogador</p>
<p style="text-align: left;">Neste momento estou à procura de imagens para substituir as que são usadas, já que para essas não tenho permissão dos autores, pelo que as imagens que vêm agora serão certamente diferentes do que vai ser lançado no tutorial, e espero que para a semana, quando voltar a pegar no projecto, possa terminar as colisões e apresentar tanto o jogo pronto como o código, que é o mais importante neste caso.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.sergio-lopes.org/archives/128/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Activar suporte para NTFS em Snow Leopard &#8211; RW</title>
		<link>http://blog.sergio-lopes.org/archives/116</link>
		<comments>http://blog.sergio-lopes.org/archives/116#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 18:01:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[OS X]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.sergio-lopes.org/?p=116</guid>
		<description><![CDATA[Segundo consta, as versões de teste do Snow Leopard possuíam suporte nativo para escrita e leitura do formato NTFS usado pelos sistemas operativos Windows, por alguma razão que só a Apple conhece, as versões finais do Snow Leopard apenas permitem leitura de discos formatados em NTFS. No entanto, o suporte de escrita não foi removido, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo consta, as versões de teste do Snow Leopard possuíam suporte nativo para escrita e leitura do formato NTFS usado pelos sistemas operativos Windows, por alguma razão que só a Apple conhece, as versões finais do Snow Leopard apenas permitem leitura de discos formatados em NTFS. No entanto, o suporte de escrita não foi removido, apenas não está activo por omissão.</p>
<p>Os utilizadores que tenham instalado o driver NTFS-3G podem questionar-se sobre a necessidade de activar uma funcionalidade não suportada quando dispõem de uma solução funcional. Para mim a resposta é simples: velocidade. Por mais estável e testado que esteja o NTFS-3G, a verdade é que mesmo a versão vocacionada para performance está aquém do que é suportável.<span id="more-116"></span></p>
<h2>Activar suporte de escrita para NTFS</h2>
<p>Antes de mais, há que salientar que esta é uma opção não suportada e que deve ser usada com consciência que pode provocar perda de informação. Não tenho registos de perdas mas fica o aviso!</p>
<ul>
<li>Se têm outro driver que suporte NTFS, como o NTF-3G ou o Paragon, removam-no antes de continuarem.</li>
<li>Através da consola, <strong>/Applications/Utilities/Terminal</strong>, ou das informações de sistema, obtenham o <strong>UUID</strong> do vosso disco. Será um conjunto de números que está posicionado em frente ao texto &#8220;<strong>Volume UUID</strong>&#8220;.</li>
<li>Criem o ficheiro <strong>/etc/fstab</strong> se não o tiverem, se o tiverem façam uma cópia primeiro. É possível que tenham um ficheiro chamado <strong>fstab.hd</strong>, ignorem este ficheiro, não afecta nada no vosso sistema. Podem criar o fstab com o VI(m), nano ou outro editor de texto que tenham à mão. Para criarem o ficheiro com o VIm executem o comando: <strong>sudo vim /etc/fstab</strong></li>
<li>Escrevam no ficheiro: UUID=<strong>&lt;vosso UUID&gt;</strong> none ntfs rw. Se usaram o VIm carreguem no <strong>i</strong> para iniciarem a edição do ficheiro.</li>
<li>Se tiverem mais discos ou partições adicionem as linhas com os UUIDs  correspondentes.</li>
<li>Gravem o ficheiro. Se usaram o VIm, carreguem na tecla <strong>ESC</strong>, depois escrevam <strong> <img src='http://blog.sergio-lopes.org/wp-includes/images/smilies/icon_mad.gif' alt=':x' class='wp-smiley' /> </strong>.</li>
<li>Reiniciem o vosso Snow Leopard e verifiquem que já conseguem escrever para discos formatados com NTFS.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.sergio-lopes.org/archives/116/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>To fork or not to fork&#8230;.</title>
		<link>http://blog.sergio-lopes.org/archives/113</link>
		<comments>http://blog.sergio-lopes.org/archives/113#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 21:10:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.sergio-lopes.org/?p=113</guid>
		<description><![CDATA[E essa é a questão, quando é que a decisão de criar um fork de um projecto, em oposição à junção de esforços, beneficia os utilizadores? Quando é que um fork oferece alternativa e não destrói o projecto original?
Recentemente voltei a abordar o projecto ProjectPier para, além de colaborar com as traduções, juntar os meus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E essa é a questão, quando é que a decisão de criar um fork de um projecto, em oposição à junção de esforços, beneficia os utilizadores? Quando é que um fork oferece alternativa e não destrói o projecto original?<span id="more-113"></span></p>
<p>Recentemente voltei a abordar o projecto <a title="Site ProjectPier" href="http://www.projectpier.org/" target="_blank">ProjectPier</a> para, além de colaborar com as traduções, juntar os meus esforços aos esforços da equipa de programação do projecto para que o mesmo visse algum desenvolvimento. No entanto, após alguns dias de tentativas, as respostas dos programadores do equipa base são nulas.</p>
<p>Da mailing list não há resposta, no fórum de discussão do site, apenas um programador respondeu, e um que não tem força para sozinho aceitar ou rejeitar as minhas ideias e ajuda, o que se vê no sistema de gestão de bugs é uma lista com meses a anos de idade, onde estão publicados patches que já não podem ser usados por serem demasiado velhos, e pedidos de funcionalidades novas sem qualquer resposta. No repositório, o último commit tem 7 meses de idade!</p>
<p>Posto isto, e vendo o esforço de criar um gestor de tarefas, que seja útil e não apenas uma amálgama de funcionalidades que ninguém usa ou que são tão difíceis que nem valem o esforço, ser deitado por terra, coloca-se a questão, será que não seria melhor pegar no código, fazer um fork do projecto e iniciar um novo?</p>
<p>O projecto ProjectPier teve como base o antigo activeCollab, numa versão que permitia alguma liberdade, actualmente a licença adoptada é pelo activeCollab é uma licença proprietária, a do ProjectPier uma licença para software livre, a <a title="Licença AGPL" href="http://www.fsf.org/licensing/licenses/agpl-3.0.html" target="_blank">AGPL</a>, o que permitirá facilmente pegar no código e tentar manter o projecto, mas, será que é vantajoso para o projecto e para a comunidade?</p>
<p>É possível que deste texto surja um novo projecto, com nome português, que venha ajudar a comunidade, e daí talvez não <img src='http://blog.sergio-lopes.org/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.sergio-lopes.org/archives/113/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Comunidades de programação</title>
		<link>http://blog.sergio-lopes.org/archives/106</link>
		<comments>http://blog.sergio-lopes.org/archives/106#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 21:20:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoal]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.sergio-lopes.org/?p=106</guid>
		<description><![CDATA[Sempre optei por deixar as minhas opiniões sobre as comunidades de programação onde participo guardadas para mim mesmo, nunca é fácil transmitir as nossas ideias por escrito, e a reacção mais comum de quem lê é sentir-se atacado, no entanto, neste momento encontro-me fora de qualquer actividade em comunidades de programação para que as minhas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre optei por deixar as minhas opiniões sobre as comunidades de programação onde participo guardadas para mim mesmo, nunca é fácil transmitir as nossas ideias por escrito, e a reacção mais comum de quem lê é sentir-se atacado, no entanto, neste momento encontro-me fora de qualquer actividade em comunidades de programação para que as minhas palavras possam ser consideradas mais que uma simples opinião. Talvez me tenha cansado, seja como for, este é apenas um texto pessoal sobre o que tenho visto e como tenho sentido as comunidades onde participei.<span id="more-106"></span></p>
<p>A minha participação mais notória tem sido na comunidade criada em torno do fórum Portugal-a-programar, no entanto o que escrevo não é específico dessa comunidade, é algo que tem sido notado em todas as que frequentei, se se pode usar o termo desta forma. A primeira de todas foi talvez a comunidade do Programmers Heaven, onde colaborei, apenas timidamente, respondendo às poucas perguntas que, na altura, tinha capacidade para responder. Seis anos depois encontrei o P@P, no qual me registei imediatamente e tentei ajudar um grupo de pessoas que estava a começar um pequeno sonho: ter uma comunidade de programadores em Português, feita por portugueses e para portugueses. Além destas duas, passei por JUGs, listas de discussão de Java, comunidades genéricas de programação, fóruns de desenvolvimento de jogos, enfim, uma miríade de comunidades, com mais ou menos elementos e que tentavam juntar pessoas com objectivos comuns.</p>
<p>Olhando para trás, ando nisto à mais de 10 anos, é muito tópico sobre os mesmos problemas, as  mesmas dúvidas, as mesmas tentativas de criar a casa pelo telhado, e ao fim de todo este tempo sinto-me afastar de tudo isto. Ainda participo ocasionalmente no P@P, respondendo a algumas perguntas quando me sinto para aí virado, ou acrescentando mais qualquer coisa à wiki da comunidade, principalmente nas secções de Java, mas dos JUGs apenas leio as participações do JUG PT, e pouco ou nada já participo, e dos outros fóruns afastei-me completamente.</p>
<p>Mas porque tenho razão para escrever desta forma? Afinal foi moderador do P@P durante bastante tempo, participei activamente nos seus projectos, enfim, foi um elemento da comunidade com vontade e tempo investido&#8230; talvez seja a minha natureza &#8220;do contra&#8221;, talvez porque opte sempre por procurar críticas e não louvores, de qualquer modo, sinto-me desiludido com estas comunidades, umas mais que outras naturalmente, mas desiludido do mesmo modo.</p>
<p>Vi projectos com características fantásticas, quer a nível técnico quer a nível lúdico, que foram deitados abaixo apenas porque eram diferentes, ou porque exigiam trabalho, e projectos sem o mínimo valor serem elevados quase a monumento da comunidade. Projectos iniciados com vários elementos irem abaixo porque esses elementos não tinham noção do trabalho envolvido e saltavam fora quando se lhes exigia mais que a palavra. Utilizadores com conhecimentos serem afastados, literalmente empurrados para fora da comunidade apenas por indicarem que um tópico estava errado, que uma participação não tinha valor técnico, que o seu autor na verdade, não sabia bem o que dizia.</p>
<p>E o que dizer de uma comunidade que se deixa reter dentro da sua bolha e pensar que é a melhor da área, a única com capacidade, enfim, que não dá um passo atrás para ver o que se encontra em seu redor? Será que estas comunidades se tornam tão grandes que perdem completamente a identidade? Ou é o sucesso que tão facilmente incendeia o entusiasmo e não deixa que os elementos que gerem a comunidade possam ver o estado em que esta se encontra?</p>
<p>Será que todas as comunidades sofrem do mesmo mal? Ou será que o factor a reter aqui é o facto de em todas elas o único elo comum sou eu? Talvez o problema não esteja nestas comunidades, talvez esteja em mim e na minha forma de participar nelas&#8230; talvez o que eu precise é de uma comunidade só para mim <img src='http://blog.sergio-lopes.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>E o que seria uma boa comunidade senão uma que cumprisse os requisitos de:</p>
<ul>
<li>Tivesse por base um grupo restrito de &#8220;gestores&#8221;</li>
<li>Criasse os seus projectos com o único objectivo de qualidade e afastando-se sempre da quantidade ou da moda</li>
<li>Respeitasse todos os utilizadores novos fosse firme com as participações</li>
<li>Existisse apenas com base no espírito de servir e melhor</li>
</ul>
<p>Enfim, este foi apenas um texto terapêutico, para mim e não para o eventual leitor, e que não expressa mais que o estado de espírito de alguém que já não se consegue rever nas comunidades que frequenta/frequentou&#8230; talvez seja tempo de criar a minha.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.sergio-lopes.org/archives/106/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Workshop sobre Microcontroladores PIC</title>
		<link>http://blog.sergio-lopes.org/archives/83</link>
		<comments>http://blog.sergio-lopes.org/archives/83#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 14 Dec 2008 02:10:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.sergio-lopes.org/?p=83</guid>
		<description><![CDATA[Hoje estive presente num workshop sobre os micro-controladores PIC. Até hoje sabia absolutamente nada sobre estes dispositivos, claro que já tinha trabalhado com PALs, mas não é a mesma coisa, e o meu uso de PALs foi bastante limitado.
O workshop esteve dividido em duas componentes: uma primeira parte teórica, onde ficamos a conhecer o controlador; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje estive presente num <a href="http://www.senaeng.com/files/panfleto_Workshop_PIC_ARAL___Dez08.pdf" target="_blank">workshop</a> sobre os micro-controladores PIC. Até hoje sabia absolutamente nada sobre estes dispositivos, claro que já tinha trabalhado com <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Programmable_Array_Logic" target="_blank">PALs</a>, mas não é a mesma coisa, e o meu uso de PALs foi bastante limitado.</p>
<p>O workshop esteve dividido em duas componentes: uma primeira parte teórica, onde ficamos a conhecer o controlador; e uma segunda componente prática onde abordamos alguns dos pormenores da programação do dispositivo. Sendo usada uma variante de Assembly não foi dificil perceber como programar, aliás essa é a parte mais simples <img src='http://blog.sergio-lopes.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Todos os participantes receberam um CD com o conteúdo do workshop. Nele estão presentes a aparesentação, dois manuais e todos os exemplos que são usados. Para quem quiser ter acesso a esse conteúdo, o autor e orador permitiu a distribuição, podem assim obter os ficheiros na<a href="http://wiki.sergio-lopes.org/index.php?n=Main.Downloads" target="_blank"> secção de downloads</a> da minha wiki.<span id="more-83"></span>Quanto ao workshop, achei bastante interessante, e incentivador. Há algum tempo que estava para me iniciar no mundo da electrónica, e parece que é desta, se ao menos tivesse feito as cadeiras do curso relacionadas com electrónico sabendo mais <img src='http://blog.sergio-lopes.org/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> .</p>
<p>Os conceitos foram introduzidos de forma simples e clara, apesar de alguns pontos mais aborrecidos, pelo menos para mim que já os conhecia, não existiu muita da matéria teórica que nos deixava a dormir nas aulas de Física Aplicada, e o orador era suficientemente cativante para que não adormecesse-mos enquanto falava.  A componete prática foi algo fraca, infelizmente não houve tempo para mais, mas deu para perceber como são os básicos da programação com este tipo de dispositivos.</p>
<p>Se resolveram ficar no quentinho de casa em vez de irem até ao workshop, desde já vos digo que ficaram a perder e que, a pouco chuvinha a que estariam sujeitos, era mais que compensada pelo evento.</p>
<p>A minha próxima aquisição será um conjunto que me permita aplicar os meus conhecimentos, nomeadamente programador para PIC e PICs para queimar com fartura.</p>
<p>Não posso terminar sem agradecer a o orador, António Sérgio Sena, que tão prontamente permitiu a distribuição do material que criou e que nos proporcionou um dia de Sábado interessante e enriquecedor.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.sergio-lopes.org/archives/83/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quando as más decisões nos vêm morder os calos!</title>
		<link>http://blog.sergio-lopes.org/archives/54</link>
		<comments>http://blog.sergio-lopes.org/archives/54#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 13 Dec 2008 23:59:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.sergio-lopes.org/?p=54</guid>
		<description><![CDATA[Para os que não sabem, iniciei recentemente um estágio profissional, remunerado  , que me colocou em contacto com um projecto desenvolvido em no Joomla!. O projecto pretende gerir as formações, dadas por empresas de formação certificadas, e começou por ser algo pequeno e virado para os usos pessoais da empresa para a qual trabalho.Portanto, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para os que não sabem, iniciei recentemente um estágio profissional, remunerado <img src='http://blog.sergio-lopes.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> , que me colocou em contacto com um projecto desenvolvido em no Joomla!. O projecto pretende gerir as formações, dadas por empresas de formação certificadas, e começou por ser algo pequeno e virado para os usos pessoais da empresa para a qual trabalho.Portanto, dado que foi até o projecto de apenas uma pessoa, e que tinha um objectivo muito limitado e subvalorizado, existem várias opções que foram tomadas inicialmente e que neste momento me estão, sim a mim que estou a trabalhar naquilo, a trazer mais problemas que soluções.<span id="more-54"></span></p>
<p>Depois de cerca de duas semanas de trabalho é notório como optimizações de BD nos causam agora demasiados problemas, especialmente porque o processo de Bolonha não mexeu apenas com as universidades mas com todo o tipo de ensino, onde as formações se incluem, e muito do sistema não estava preparado para mudança. Se a isso acrescentarmos código sem documentação, feito por várias pessoas que até há bem pouco tempo não tinham qualquer sistema de controlo de versões, podem imaginar o caos no qual, as cerca de 5 centenas de ficheiros de código e as 200 tabelas, se encontram.</p>
<p>Neste momento luto por concluir algumas funcionalidades base que são necessárias mas a minha maior dificuldade não é o código, ou a linguagem, ou até o que está por trás, neste caso o Joomla!, mas sim as decisões de se criar a tabela desnormalizada, de se criarem funções aqui e ali sem comentários, de se misturar regras de codificação, de se decidir que seria melhor poupar alguns milisegundos que criar duas tabelas e fazer uma query mais pesada.</p>
<p>Convenhamos, o utilizador não vai pensar nesses milisegundos que o sistema lhe toma, e para as actulizações que o sistema necessita, como todos os sistemas, seriam mais fáceis se se tivessem seguido as regras que foram ensinadas na universidade!</p>
<p>Assim, deixo uma recomendação a todos os que ainda pensam que a teoria nada tem a ver com a prática, que as optimizações e &#8220;maravilhas&#8221; de código que escrevem e que poupam 3 milisegundos ao carregamento da página e que quebram todas as regras de boas práticas porque agora não estão a ser avaliados por um daqueles professores que só implicam: essas regras existem porque são importantes, usem e abusem delas, porque um dia aquilo que escolhem fazer voltará para vos assombrar!</p>
<p>P.S.: Para os que pensam já em comentar que optimizações são boas, desnormalização existe e é importante, deixem que esclareça que uso de tudo isso, mas q.b. e quando tenho provas que se justifica, e isso só se obtém com a aplicação pronta a funcionar e em avaliação onde se aplicam boas práticas de profilling! Qualquer outra &#8220;melhoria&#8221; tirada da cabeça é meio caminho andado para o desastre, claro podem não ser voçês a ter de resolver o problema e nesse caso, por quem sois, fazei como melhor entenderdes.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.sergio-lopes.org/archives/54/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Presença no Sapo CodeBits</title>
		<link>http://blog.sergio-lopes.org/archives/73</link>
		<comments>http://blog.sergio-lopes.org/archives/73#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 13 Dec 2008 23:34:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.sergio-lopes.org/?p=73</guid>
		<description><![CDATA[




Já há algum tempo que devia ter escrito sobre o CodeBits deste ano, mas como sempre, o blog é actualizado com menos frequência do que desejaria. Como penso cada vez que venho escrever, &#8220;pode ser que seja desta que escrevo textos com maior regularidade&#8221;, naturalmente, duvido que assim seja, mas é sempre um bom pensamento.
Mas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp mceIEcenter">
<dl class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://codebits.sapo.pt"><img title="Sapo CodeBits Logo" src="http://codebits.sapo.pt/logos/ht300x75.png" alt="Sapo CodeBits Logo" width="300" height="75" /></a></dt>
</dl>
</div>
<p>Já há algum tempo que devia ter escrito sobre o CodeBits deste ano, mas como sempre, o blog é actualizado com menos frequência do que desejaria. Como penso cada vez que venho escrever, &#8220;pode ser que seja desta que escrevo textos com maior regularidade&#8221;, naturalmente, duvido que assim seja, mas é sempre um bom pensamento.</p>
<p>Mas, indo ao assunto que me leva a escrever este texto, a minha participação no Sapo CodeBits.</p>
<p>No geral achei o evento bastante interessante, dado que me inscrevi apenas pela possibilidade de participar, conhecer pessoas e rever alguns colegas que lá iam estar, dei como bem empregue o tempo que passei no evento, os 3 dias que estive em Lisboa, e gostei do evento.<span id="more-73"></span></p>
<p>Para começar, cumpri o pedido e estava às portas da LX Factory às 9:20, o que se revelou uma asneira. Além de me ter levantado cedissimo para apanhar o expresso para Lisboa, o raio do evento atrasou-se umas horas e fiquei especado, com um portátil de alguns kilogramas, às costas, mais uma mochila com o saco cama e umas quantas coisas para conseguir sobreviver durante os 3 dias.</p>
<p>Depois de umas horas de espera lá entramos, nem sei porquê tanta segurança e exigencias inicias, que no dia do evento não se reflectiram, nunca me pediram qualquer identificação, recebi o starter kit sem ter dado mais que o nome, podia ter recebido quantos quisesse uma vez que a lista de nomes estava à minha frente, entrei antes da maioria do pessoal porque um colega que tinha permissões para entrar me convidou para o acompanhar, nenhum dos 3 seguranças que se encontrava à entrada fez qualquer menção de perguntar quem eu era ou porque podia entrar, sem identificação alguma, dentro do recinto quando todos os outros participantes ainda gramavam com o frio de fim de manhã. Resumindo, segurança nem vê-la.</p>
<p>Dentro do recinto, já sentadinho, deu para perceber que as mesas não aguentavam muitos movimentos, e que as apresentações iam ser uma verdadeira confusão. O espaço era algo apertado, com mesas muito próximas umas das outras, e não tinham feito nada mal em ter arranjado mais duas ou três mesas. Afinal as inscrições não servem para se saber quantas pessoas vão ao evento? E não é possivel saber quantas pessoas cabem, confortavelmente bem numa das mesas usadas?</p>
<p>O primeiro dia passou sem grandes problemas e optei por ir dormir a uma pensão no bairro alto, bem confortável por sinal, sem grandes luxos mas que me proporcionou uma verdadeira noite de descanso e a um preço bem convidativo. Se precisarem de um local para ficar, a <a title="Pensão Luar" href="http://www.cb2web.com/pensaoluar/" target="_blank">Pensão Luar</a> tem o meu voto, não é um hotel 5 estrelas, mas é uma pensão onde tudo correu bem, o mesmo não posso dizer de um ou outro hotel com estrelinhas onde estive <img src='http://blog.sergio-lopes.org/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Os restantes dias, passados em frente ao PC, forma também agradáveis, embora não tivesse programado muito, e não tivesse apresentado qualquer projecto, deu para ver como era o espírito do evento, que nalguns casos me pareceu muito virado para as promessas de prémios que para a vontade de programar e conviver. Tenho de mencionar a animada conversa que travei com alguns dos membros do P@P, embora, infelizmente, não me lembre do nomes dos intervenietes, especialmente do jovem com quem discuti alguns pormenores de C/C++.</p>
<p>Como duas notas negativas, e o que mencionei acima considero apenas percalços de organização e nada de importante, por isso estes foram os dois pontos onde vi algo de errado no evento, tenho de mencionar algumas apresentações que tiverem mais tempo de &#8220;antena&#8221; que o previsto, atrasando as restantes e em alguns casos diminuindo consideravelmente o tempo disponível, sendo que o tempo extra gasto, foi dado sem qualquer justificação, quer da importância/relevância do conteúdo, quer por outra razão qualquer. Parece que uns são filhos e outro enteados. A segunda nota negativa vai para a forma como um ou outro elemento do júri que se dirigiam aos participantes de forma arrogante e prepotente, tecendo comentários sobre os projectos sem que sequer se dignassem a pensar no que tinham pela frente, em um caso um dito elemento considerou o projecto como não sendo digno do evento e questionou severamente a motivação para a presença do projecto, dando a entender que o Sapo CodeBits é um evento de tal gabarito e estatuto que um projecto bem estruturado, com pés, cabeça e com uma boa ideia, além de ser um projecto com continuação e que existia antes do evento e que existirá depois deste ter terminado, não tem a qualidade necessária para estar presente no roll de projectos do Sapo CodeBits.</p>
<p>Quanto a isto deixo apenas um comentário, se o evento é o que é, com o que tem de bom e de mau, isso deve-se aos participantes e não à organização, sem nós, o evento não existia!</p>
<p>Vou esperar pela próxima edição, na qual pretendo estar presente, mesmo que não exista projecto para ela, e na qual espero ver mais e melhor do que os programadores portugueses conseguem fazer.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.sergio-lopes.org/archives/73/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
