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	<title>Sakabatō &#187; Pessoal</title>
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	<description>The reversed blog!</description>
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		<title>O fim do NavPT&#8230;</title>
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		<pubDate>Sat, 29 May 2010 16:47:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[Para os amantes da aeronáutica, civil ou militar, o passado dia 25 de Maio veio trazer uma triste notícia que certamente afectará aqueles que assiduamente acediam ao site e usavam a aplicação de iPhone:  o fecho do NavPT, um site dedicado à recola e publicação dos dados públicos e que estão ao alcance de qualquer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para os amantes da aeronáutica, civil ou militar, o passado dia 25 de Maio veio trazer uma triste notícia que certamente afectará aqueles que assiduamente acediam ao site e usavam a aplicação de iPhone:  o fecho do <a href="http://www.navpt.com">NavPT</a>, um site dedicado à recola e publicação dos dados <span style="text-decoration: underline;">públicos</span> e que estão ao alcance de qualquer pessoa capaz de ler meia dúzia de passos e montar um receptor rádio.<span id="more-141"></span></p>
<p>Este site, construído por amadores, fazia a recolha de informações que os aviões e barcos transmitem, informações públicas acessíveis a todos os que queiram, e mostrava essas informações sobre um mapa do país. Todo o equipamento de recepção era criado com componentes vendidos em qualquer loja de electrónica e só as informações que são disponibilizadas livremente pelos aparelhos se encontravam acessíveis aos utilizadores.</p>
<p>De entre as informações que se podiam consultar estavam a posição do aparelho, com alguma latência, as comunicações entre os aparelhos e as várias torres de controlo, e as informações de identificação dos aparelhos, que podiam incluir partida e destino, nome de código, piloto ou titular e companhia aérea.</p>
<p>Os motivos do fecho não foram explicados por completo aos utilizadores, mas pelo comunicado presente no site, envolveu um pedido de fecho por algum idiota que acha que qualquer uma destas informações pode servir para alguma Al-Qaeda atentar contra os aparelhos visados nos dados. Como que uma Al-Qaeda que se prese tenha necessidade de aceder a um site com informação pública para abater seja o que for. Ou talvez o dito idiota ache que o site era patrocinado por algum terrorista que prefere gastar dinheiro para manter um site com o tráfego que o NavPT tinha em vez de se instalar numa casa à beira mar e recolher ele todas as ditas informações de forma anónima.</p>
<p>Seja quem for o idiota, deixo aqui o meu desacordo com este tipo de medidas e de censura. Não sou amante de aeronáutica, não visitava o site com frequência, apenas o fazia quando algum conhecido ia de viajem já que é mais fiável que as indicações de partidas/chegas da TAP. Mas não sendo um adepto da área, sou de qualquer modo, um defensor da liberdade e da justiça e mais que tudo, da inovação e evolução da tecnologia em Portugal, de que tanto precisamos e de que, com idiotas assim, não devemos manter durante muito tempo.</p>
<p>E para aqueles que acham que as ditas informações são muito úteis a qualquer terrorista, devo relembrar que são informações públicas, e que é mais fácil abater o avião se estiver no solo a olhar para ele ( e a TAP dá-me toda a mesma informação se eu pedir com jeitinho), do que estando a olhar para um browser com um lag suficiente para que um avião na pista pareça estar ainda a sobrevoar a entrada do Tejo.</p>
<p>De qualquer modo, aproveito e deixo as alternativas que os &#8220;nuestros hermanos&#8221;, os irredutíveis gauleses, e tantos outros mantêm em funcionamento, muitos com apoio das autoridades. Não sou adepto de cobiçar o que se faz lá fora, mas estes são exemplos do quão retrógrados conseguimos ser. Porque é que não começamos a exportar os idiotas?!</p>
<ul>
<li>Site espanhol: <a href="http://www.localizatodo.com/mapa/">http://www.localizatodo.com/mapa</a></li>
<li>Site francês: <a href="http://www.radarvirtuel.com/">http://www.radarvirtuel.com/</a></li>
<li>Outros: <a href="http://www.flightradar24.com/">http://www.flightradar24.com/</a> e <a href="http://casper.frontier.nl/">http://casper.frontier.nl/</a></li>
</ul>
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		<title>Vaidade&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 28 May 2010 14:03:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[Supostamente um pecado, bem, acho que escapa se for provocada por notícias que alegam a qualidade dos alunos formados no grande curso de Engª Informática da ESTG Leiria  
OK, este texto nada tem a ver com tecnologia, linguagens de programação ou que mais, mas achei a notícia de hoje do Jornal de Leiria, com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Supostamente um pecado, bem, acho que escapa se for provocada por notícias que alegam a qualidade dos alunos formados no grande curso de Engª Informática da ESTG Leiria <img src='http://blog.sergio-lopes.org/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>OK, este texto nada tem a ver com tecnologia, linguagens de programação ou que mais, mas achei a notícia de hoje do Jornal de Leiria, com o título <a href="http://www.jornaldeleiria.pt/portal/index.php?id=4788" target="_blank">&#8220;Alunos de Engenharia Informática disputados por empresas de topo&#8221;</a> merecedora de destaque não fosse eu, afinal, um aluno de Engª Informática do mencionado curso.</p>
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		<title>Comunidades de programação</title>
		<link>http://blog.sergio-lopes.org/archives/106</link>
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		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 21:20:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre optei por deixar as minhas opiniões sobre as comunidades de programação onde participo guardadas para mim mesmo, nunca é fácil transmitir as nossas ideias por escrito, e a reacção mais comum de quem lê é sentir-se atacado, no entanto, neste momento encontro-me fora de qualquer actividade em comunidades de programação para que as minhas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre optei por deixar as minhas opiniões sobre as comunidades de programação onde participo guardadas para mim mesmo, nunca é fácil transmitir as nossas ideias por escrito, e a reacção mais comum de quem lê é sentir-se atacado, no entanto, neste momento encontro-me fora de qualquer actividade em comunidades de programação para que as minhas palavras possam ser consideradas mais que uma simples opinião. Talvez me tenha cansado, seja como for, este é apenas um texto pessoal sobre o que tenho visto e como tenho sentido as comunidades onde participei.<span id="more-106"></span></p>
<p>A minha participação mais notória tem sido na comunidade criada em torno do fórum Portugal-a-programar, no entanto o que escrevo não é específico dessa comunidade, é algo que tem sido notado em todas as que frequentei, se se pode usar o termo desta forma. A primeira de todas foi talvez a comunidade do Programmers Heaven, onde colaborei, apenas timidamente, respondendo às poucas perguntas que, na altura, tinha capacidade para responder. Seis anos depois encontrei o P@P, no qual me registei imediatamente e tentei ajudar um grupo de pessoas que estava a começar um pequeno sonho: ter uma comunidade de programadores em Português, feita por portugueses e para portugueses. Além destas duas, passei por JUGs, listas de discussão de Java, comunidades genéricas de programação, fóruns de desenvolvimento de jogos, enfim, uma miríade de comunidades, com mais ou menos elementos e que tentavam juntar pessoas com objectivos comuns.</p>
<p>Olhando para trás, ando nisto à mais de 10 anos, é muito tópico sobre os mesmos problemas, as  mesmas dúvidas, as mesmas tentativas de criar a casa pelo telhado, e ao fim de todo este tempo sinto-me afastar de tudo isto. Ainda participo ocasionalmente no P@P, respondendo a algumas perguntas quando me sinto para aí virado, ou acrescentando mais qualquer coisa à wiki da comunidade, principalmente nas secções de Java, mas dos JUGs apenas leio as participações do JUG PT, e pouco ou nada já participo, e dos outros fóruns afastei-me completamente.</p>
<p>Mas porque tenho razão para escrever desta forma? Afinal foi moderador do P@P durante bastante tempo, participei activamente nos seus projectos, enfim, foi um elemento da comunidade com vontade e tempo investido&#8230; talvez seja a minha natureza &#8220;do contra&#8221;, talvez porque opte sempre por procurar críticas e não louvores, de qualquer modo, sinto-me desiludido com estas comunidades, umas mais que outras naturalmente, mas desiludido do mesmo modo.</p>
<p>Vi projectos com características fantásticas, quer a nível técnico quer a nível lúdico, que foram deitados abaixo apenas porque eram diferentes, ou porque exigiam trabalho, e projectos sem o mínimo valor serem elevados quase a monumento da comunidade. Projectos iniciados com vários elementos irem abaixo porque esses elementos não tinham noção do trabalho envolvido e saltavam fora quando se lhes exigia mais que a palavra. Utilizadores com conhecimentos serem afastados, literalmente empurrados para fora da comunidade apenas por indicarem que um tópico estava errado, que uma participação não tinha valor técnico, que o seu autor na verdade, não sabia bem o que dizia.</p>
<p>E o que dizer de uma comunidade que se deixa reter dentro da sua bolha e pensar que é a melhor da área, a única com capacidade, enfim, que não dá um passo atrás para ver o que se encontra em seu redor? Será que estas comunidades se tornam tão grandes que perdem completamente a identidade? Ou é o sucesso que tão facilmente incendeia o entusiasmo e não deixa que os elementos que gerem a comunidade possam ver o estado em que esta se encontra?</p>
<p>Será que todas as comunidades sofrem do mesmo mal? Ou será que o factor a reter aqui é o facto de em todas elas o único elo comum sou eu? Talvez o problema não esteja nestas comunidades, talvez esteja em mim e na minha forma de participar nelas&#8230; talvez o que eu precise é de uma comunidade só para mim <img src='http://blog.sergio-lopes.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>E o que seria uma boa comunidade senão uma que cumprisse os requisitos de:</p>
<ul>
<li>Tivesse por base um grupo restrito de &#8220;gestores&#8221;</li>
<li>Criasse os seus projectos com o único objectivo de qualidade e afastando-se sempre da quantidade ou da moda</li>
<li>Respeitasse todos os utilizadores novos fosse firme com as participações</li>
<li>Existisse apenas com base no espírito de servir e melhor</li>
</ul>
<p>Enfim, este foi apenas um texto terapêutico, para mim e não para o eventual leitor, e que não expressa mais que o estado de espírito de alguém que já não se consegue rever nas comunidades que frequenta/frequentou&#8230; talvez seja tempo de criar a minha.</p>
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